quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Alvenaria racionalizada

Pesquisadores ensinam como fazer um bom projeto de alvenaria

A racionalização construtiva pode ser entendida como a aplicação mais eficiente dos recursos em todas as atividades desenvolvidas para a construção do edifício. Algumas das diretrizes de produção desenvolvidas inicialmente para a alvenaria estrutural são estendidas à alvenaria de vedação.



Quando se pretende implantar conceitos de racionalização da construção, deve-se iniciar pela estrutura da edificação. Em seguida, deve-se priorizar a alvenaria de vedação. Isso porque o subsistema de vedação vertical interfere com os demais subsistemas da edificação: revestimento, impermeabilização, esquadrias, instalações elétricas e de comunicação, instalações hidrossanitárias etc. Todos esses serviços somados representam uma parcela considerável do custo de uma obra.
Veja no site da Revista Techné, aberto a não assinantes até 17 de dezembro, uma matéria completa que mostra como fazer um bom projeto de alvenaria racionalizada:

terça-feira, 28 de novembro de 2006

E o CAU sai ou não sai??

Pra variar, nossa gloriosa Câmara Federal não vota o projeto do nosso conselho.
http://www.arcoweb.com.br/emdia.asp?atual=2176

Abraços

sábado, 25 de novembro de 2006

Um guia para escritórios de arquitetura

Publicado por GazetaWeb


A Microsoft Brasil acaba de lançar a quinta edição do Guia de Tecnologia "Tudo que você precisa saber para usar a informática no seu escritório de arquitetura".

Com 82 páginas, o livro fornece subsídios para que os arquitetos tenham condições de escolher as soluções de tecnologia mais adequadas às suas necessidades, aumentando a produtividade de seus negócios. Com o objetivo de apresentar as dicas com uma linguagem didática, o guia conta com cinco capítulos com temas como: A tecnologia a favor da criatividade; Hardware, incluindo infra-estrutura, serviços de terceirização, bureaus de impressão, mobilidade, além de um estudo de caso; Software, com informações sobre licenciamento, sistema operacional, aplicativos básicos e dicas de como solucionar problemas no Outlook, BC M e Project 2003; Internet; e A Casa do Futuro, com dados sobre segurança com estilo, decoração multiuso, interatividade, entre outros.

Iniciativa
O lançamento dos guias de tecnologia pela Microsoft é uma iniciativa que começou em 2003, a fim de oferecer aos pequenos empresários conhecimentos para tirar o máximo proveito da tecnologia em seus negócios. "Temos um compromisso de longo prazo com o desenvolvimento do país e acreditamos que o uso eficiente da tecnologia em segmentos-chave, como de arquitetura, urbanismo e interiores, é fundamental para ajudá-los crescer e a acompanhar as inovações tecnológicas", explica Cleber Voelzke, diretor-comercial para mercado de pequenas e médias empresas e grupo de parceiros da Microsoft Brasil.

A percepção da área de arquitetura é de que o uso da informática é ainda muito restrito. Uma das razões é a resistência de arquitetos com formação tradicional à adoção do computador. "O guia visa justamente atender esse público, demonstrando como, com o auxílio de um PC e de aplicações específicas, os arquitetos podem concretizar rapidamente projetos que antes lhes custavam horas de trabalho para administrar o seu escritório, bem como o relacionamento com os clientes", comenta Voelzke.

Para facilitar a compreensão de como a tecnologia pode agilizar os processos de criação, colaboração e atualização de projetos, o guia ainda inclui um glossário e a apresentação de estudos de casos de sucesso. "É uma forma simples de demonstrar ao leitor como outros escritórios de arquitetura, urbanismo e interiores melhoraram o desempenho de suas atividades com soluções de TI", finaliza o executivo.

Do lançamento do primeiro título até a quarta edição, cerca de 75 mil cópias foram distribuídas. Desde o terceiro volume, a Microsoft tem direcionado os guias para segmentos específicos deste mercado.

A nova edição do guia para escritórios de arquitetura já está disponível por R$ 9,90 em bancas e livrarias em mais de 30 cidades brasileiras. Mais informações pelo telefone (11) 3049-2014 - IDG Brasil.


Sketches of Frank Gehry

Leia o depoimento de Sidney Pollack sobre este encontro mágico do cineasta com o arquiteto.
Publicado por Carta Maior - ANSA


CANNES - O nome de Frank Gehry é mundialmente conhecido entre os apaixonados por arte contemporânea e formas geniais da criação arquitetônica. Do museu Guggenheim de Bilbao à sala de concerto Walt Disney de Los Angeles, da residência Norton de Venice à casa Gehry de Santa Monica, o seu gênio compete com o de Franklin Lloyd Whright.

O que torna o documentário ''Sketches of Frank Gehry'' assinado por Sydney Pollack um objeto de culto, a ponto de ter sido escolhido também pelo Festival de Cannes (depois de Toronto e Tribeca), é o encontro excepcional de duas personalidades tão distintas quanto capazes de se entenderem logo no primeiro olhar.''Nunca senti aptidão pelo filme-documentário, exceto algumas vezes como espectador", comenta divertido Sydney Pollack. "Além disso nunca pensei que a minha amizade pessoal com Frank poderia se traduzir em um filme". "Conheci-o há muitos anos, em uma festa oferecida pelo psicanalista de minha esposa, do qual ele também era paciente. Além disso, minha mulher já tinha trabalhado no seu escritório, apesar de nunca ter praticado de fato a profissão, a não ser para construir uma única casa para um outro amigo, Robert Redford".

"Quando em 1997 visitei pela primeira vez o museu de Bilbao fiquei fortemente impressionado, mas disse para mim mesmo que aquele gênio criativo em nada se parecia com o senhor esquivo que ocasionalmente encontrava em jantares e que me honrava com a sua amizade. O fato é que, uma certa noite, Frank confidenciou-me que já não agüentava receber tantas propostas para um filme sobre ele.

Quase por brincadeira imaginamos que eu poderia resolver o problema posto que não entendia nada de arquitetura e, portanto, tinha um olhar isento de todo preconceito, inclusive os positivos"."Falamos disso, mas nenhum dos dois levou o assunto muito a sério, apesar da idéia começar a criar formas na minha cabeça. O empurrão definitivo foi dado por um grande pintor japonês, Hiro Yamagata, sob a forma de um cheque para executar o projeto"."Pensei que valeria a pena fazer diversas entrevistas, visitar lugares, registrar reflexões para ver o que sairia disso tudo. Cheguei até a viajar pela Europa com uma equipe para coletar material, mas foi a insistência da televisão pública norte-americana PBS que me obrigou a comparecer à casa Gehry com a filmadora em punho (era impossível submetê-lo às técnicas normais de filmagem) e completar o trabalho com as conversas as mais extemporâneas"."Para ter outras opções de campo à disposição, também confiei filmadoras aos meus colaboradores e é por isso que, traiçoeiramente, apareço na última filmagem".

"O trabalho todo exigiu cinco anos justamente porque nenhum dos dois estava convencido do resultado"."No ano passado, quando conclui o meu último filme, dediquei-me seriamente ao projeto, superei toda desconfiança, aprendi mil coisas sobre técnicas de documentário e aqui está o resultado.

Ainda hoje me apavora a idéia de apresentá-lo na grande tela para um público igualmente grande e exigente".À pergunta sobre qual é a relação entre o trabalho de um cineasta e o de um arquiteto, Pollack responde: "De um lado a técnica, posto que ambos sabem o quanto é importante o uso da luz. De outro o método de trabalho, já que nenhum dos dois pode construir o próprio 'palacete' sem contar com a colaboração de muita gente mais talentosa do que nós em setores específicos.

Para chegar à solução final do fio condutor da narrativa, inspirei-me na mania de Frank de fazer constantes esboços das próprias idéias. O nascimento no papel de construções geniais, aparentemente impossíveis, me fez sentir parte integrante da criação artística". (ANSA)

Fotos noturnas do Terminal Urbano







Mais algumas fotos do Terminal Urbano "Zé da Beca", em Passos. Projeto do Núcleo de Arquitetos.


quinta-feira, 23 de novembro de 2006

Santa Casa inaugura Ala A


A Santa Casa de Misericórdia de Passos está inaugurando hoje, dia 23/11, a primeira ala da Unidade Materno-Infantil. O prédio, projeto do arquiteto Ivan Vasconcellos, conta com 6 pavimentos e área total de 7.200 m². A ala inaugurada se encontra no nível do piso do hospital e abrigará a recepção da nova unidade, além de quartos para 25 novos leitos. A solenidade acontecerá às 10:30 h.

quarta-feira, 22 de novembro de 2006

Resolução 1010

Publicado no site do CREA-MG

Participe das discussões sobre sua legislação profissional Dê sua sugestão no texto da Resolução 1010/05. O documento foi aprovado no Plenário do Confea em agosto de 2005 e deveria entrar em vigor em agosto deste ano. Em função de vários pontos polêmicos levantados pelos regionais o Confea alterou a data de entrada em vigor para que os profissionais possam se manifestar, fazendo propostas para a nova redação.
Para saber mais
A Resolução 1010 substitui a 218/73, que trata das atribuições profissionais. A diferença é que a 218 discrimina as atividades das diferentes modalidades profissionais, bem como as competências dos profissionais de acordo com sua área de formação. O artigo 25 da referida resolução diz que as competências decorrem da graduação do profissional e ensejam a extensão das atribuições desde que sejam na mesma modalidade. A Resolução 1010 adota o princípio da flexibilização que caracteriza as atuais diretrizes curriculares, no sentido de conceder título, atribuição e competência profissional. A polêmica do texto fica por conta dos anexos II e III, que tratam das atribuições de competências e dos critérios e procedimentos para atribuição de títulos. Faça download dos documentos e dê sua opinião. Não deixe de participar dessa discussão que impacta na sua atuação profissional.

Download Resolução
Download Anexo I
Download Anexo II
Download Anexo III