quarta-feira, 1 de junho de 2011

7 maravilhas de Passos

Pessoal,

 

Como os concursos quase sempre nos surpreendem com pequenas injustiças, gostaria de garantir que Passos não cometesse uma destas injustiças com um prédio que acabou se misturando às nossas vidas e que, devido à sua natureza, muitas vezes não é visto com olhos de admiração estética ou histórica.

Se estamos num Hospital, quase sempre estamos preocupados com outras coisas mais urgentes.

Como existem campanhas para outras obras, cabe-nos interceder pela Santa Casa, para que ela não fique de fora por falta de alguém ter lembrado sua importância e pedido votos.

Sendo assim, reserve uma das suas 7 opções para a Santa Casa como uma das Maravilhas de Passos.

Entre no link abaixo e mostre que você se orgulha de ter na sua cidade um prédio de mais de 100 anos, construído pelo Barão de Passos, projeto do renomado arquiteto Ramos de Azevedo, e conservado com carinho e respeito à memória de nossa cidade.

Vote: http://www.fespmg.edu.br/votacao/7-maravilhas-de-passos

 

Ivan Andrade Vasconcellos

Arquiteto - CREA 45432/D

 

A/ZERO Arquitetura e Design Ltda

Rua Santo Antônio, 128A-Centro

Tel: (35) 3521 8971

CEP: 37900-082 - Passos (MG)

www.azeroarquitetura.com.br

 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Regabofe 2007

Por incrível que pareça, no sábado, 15 de dezembro, conseguimos realizar o Regabofe 2007 do Núcleo de Arquitetos de Passos, desta vez nas dependências do quase pronto Condomínio Villa-Lobos, o lar-doce-lar de Ivan e Madalena. A desculpa foi o aniversário de 100 anos de Oscar Niemeyer, que mereceu velinha, bolo e "parabéns a você". Contrariando as previsões de tempo feio, fez o maior sol e quem não foi perdeu.Vejam o vídeo do "Parabéns Niemeyer" e a reportagem fotográfica a seguir.



Rubinho Andrade e Leila, Daniela Porto e Ronaldo, Marcelo e Nádia Freire.


Sérgio Loureiro, Nádia Freire, César Tadeu, Madalena Vasconcellos eTatiana Borin



Cristina Grilo, Wedder, Nídia Faria e Maísa Grilo.




Entrada triunfal de Cesar, a Rena, recepcionado por Cristina Grilo e Madalena .


Cesar Tadeu serve Renato Piantino.

Renato e Nídia fazem moldura para Marcelo Maldi e Nádia Freire, quase casados.


Ivan Vasconcellos segura velas para Rubinho Andrade e sua Leila.


Renato, Maísa, César Tadeu e Nídia: wets and wilds...



Com Renato de salva-vidas, Nídia Faria faz sessão descarrego sob as cataratas do Villa.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Cidade Limpa

A cidade de São Paulo começa o ano de 2007, colocando em prática um ambicioso projeto de lei, denominado Cidade Limpa, que obriga a retirada de outdoors, placas e outros aparatos de publicidade que infestam toda a cidade. O projeto, rigoroso e radical, foi aprovado por unanimidade na Câmara e obteve amplo apoio da população; evidentemente, sofre agora o ataque do poderoso grupo de empresas que explora a publicidade externa na cidade de São Paulo e que, através de recursos jurídicos, busca inviabilizar sua aplicação. Mas para a que a situação chegasse a este ponto, é preciso reconhecer que o limite de tolerância quanto à utilização do espaço visual público foi desafiado ao extremo e a situação caótica resultante começa a ser percebida por uma camada mais ampla da população, que antes apenas absorvia passivamente a publicidade.

No mesmo caminho de degradação visual, a cidade de Passos vive, há alguns anos o crescimento desenfreado da publicidade externa. Pouco a pouco, cada centímetro disponível na cidade vem sendo ocupado com placas de outdoors, painéis de prismas giratórios, painéis digitais, imensos painéis de fachada, além do sem-número de placas de quinta categoria esparramadas por todo o perímetro urbano.

Dezenas de placas de outdoor poluem as nossas ruas com suas estruturas caquéticas, mal-acabadas, imundas e sobre as quais raramente se colam peças com alguma qualidade de impressão; e isso para não enveredar pela seara do conteúdo. Os triedros, painéis formados por prismas giratórios, se multiplicam; onde houver uma empena de um edifício, onde houver uma marquise, pronto, está instalado um outdoor que vale por três. Logo serão substituídos pelos painéis digitais, que exibem imagens em movimento, quase uma televisão. Sem som, por enquanto, que é para não atrapalhar os carros, caminhões e motos volantes.. Esse aparato high-tech, à medida que se torna obsoleto e sem apelo nos grandes centros, é revendido a preços convidativos para mercados emergentes. Imagine agora, que serão proibidas em São Paulo e em outras cidades que estão se despertando para o bom senso urbano. Preparem-se uma derrama de parafernálias de comunicação nas suas cabeças.

A primeira vista, pode parecer uma "mudernidade" um painel fotográfico front-light, ocupando toda a lateral de um edifício no centro da cidade, conferindo um ar de capital, de Times Square, coisa de outro mundo. Como artista gráfico, admito que as peça seja chamativa e tenha impacto visual, mas como arquiteto, vejo uma agressão a um edifício que, ao contrário, merecia ter suas características modernistas valorizadas, recuperadas. Imaginem se cada condomínio da cidade se encantar com as merrecas recebidas pela cessão de suas empenas cegas ou de seus topos...Banco do Brasil, Credireal, Galé, Angelina e José, José e Lucila...Se os "predinhos" de 3 andares aderirem, então, vai ser uma verdadeira revista em 3D.

Seria muito útil que os vereadores – pelo menos aqueles que ainda se preocupam um pouco com o futuro da nossa cidade – dessem uma lida nos propósitos e medidas propostas pelo Projeto Cidade Limpa e refletissem um pouco sobre este tema. Vão ouvir a lamúria daqueles que sobrevivem deste mau uso do espaço urbano, dizendo que empresas vão fechar, que empregos serão extintos, que famílias vão passar fome, enfim, argumentos semelhantes aos daqueles que defendem os bingos, o jogo de bicho ou o comércio clandestino. Outros, mais prolixos, vão dizer que a publicidade faz parte da linguagem urbana do século XXI e que seria um retrocesso a proibição. Mas não haverá quem, ainda que no íntimo, não reconheça a necessidade de um controle mais efetivo sobre o caos visual que se vem se instalando e que ainda pode piorar muito.
Não defendo a proscrição da publicidade externa, a purificação total da cidade, que ficaria monótona e chata, mas entendo como necessária uma intervenção radical, como a da Lei Cidade Limpa, até que se encontre uma forma isenta de análise de cada situação, independente de influências políticas ou econômicas.

As cidades precisam voltar a se enxergar, a conhecer a imagem que realmente têm, as características cobertas pelas placas e sobretudo os defeitos que estas placas eventualmente ocultem. Talvez assim, consigamos enxergar o estado decrépito em que se encontram muitas regiões de nossa cidade, o abandono de algumas praças e construções e cobremos ação das autoridades competentes. E então, quem sabe um dia, as pessoas voltem a se preocupar com o visual das construções que erguem, para que valorizem o ambiente urbano ao contrário do que fazem os inúmeros puxadinhos e meias-águas que se vê por Passos. Não vai ser apenas investindo em obras vistosas que a Prefeitura vai mudar a cara da nossa cidade; é preciso investir em conservação, em fiscalização, em regulamentação. Tudo isto ajuda a formar aquilo que realmente faz a diferença: a consciência da responsabilidade de cada cidadão.

Ivan Vasconcellos - Arquiteto

sábado, 6 de janeiro de 2007

RESERVA TÉCNICA: anjo ou demônio?


Qual é a sua opinião sobre a reserva técnica, oferecida aos profissionais como gratificação pela especificação de um material ou serviço?
Uns acham que ela é incorreta, pois é recebida às escondidas e às custas do cliente; outros acham que é uma prática lícita. que se não receberem não vai ser revertida para o cliente...
E você, o que acha? É contra? A favor? Ou muito pelo contrário...
Deixe sua opinião (pode ser anônima) nos comentários abaixo, para que possamos conhecer o que pensa a classe, colocar o dedo nesta ferida....

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

ERGONOMIA: A FAVOR DO TRABALHO


FLEXIBILIDADE DE USO, CONFORTO AMBIENTAL E ERGONOMIA SÃO ALGUNS DOS FATORES DECISIVOS QUE GERAM ESPAÇOS CORPORATIVOS AGRADÁVEIS E ESTIMULANTES.
Por Silvana Maria Rosso

Ao projetar um ambiente corporativo, se por um lado é importante promover a integração, por outro, deve-se levar em conta o indivíduo e as possíveis interferências externas, preservando a sua privacidade.
"Um espaço bem planejado facilita o desempenho das atividades, trazendo mais produtividade e,
onseqüentemente, preservando a auto-estima das pessoas", ressalta Isabel Ária, diretora da Satôria, empresa de estratégias de recursos humanos. O diagnóstico realizado com cada funcionário e com a equipe tem levado a novas interpretações dos espaços. Projetos corporativos começam a prever áreas especiais para convivência, pesquisa, pequenas refeições e "até para cuidados com a saúde", destaca Isabel. "É preciso conhecer as pessoas que vão ocupá-lo e suas necessidades individuais e coletivas, o trabalho a ser realizado, o fluxo da informação, a cultura da empresa e onde ela quer chegar", alega. "Não se deve esquecer da identidade corporativa, que precisa estar intrínseca à estética do projeto", acrescenta a arquiteta Ana Mello, mestre em estruturas ambientais urbanas pela FAUUSP e docente da pós-graduação do Centro Universitário Senac. Atualmente, o ambiente de trabalho é um reflexo da filosofia e da imagem da corporação, mostrando a importância de cada colaborador e do próprio cliente em sua cadeia produtiva.
"O tamanho da mesa, por exemplo, já não determina a hierarquia que a pessoa ocupa e sim as necessidades da atividade", explica Heloisa Dabus, da Dabus Arquitetura.

Versatilidade para mudanças

As empresas ampliam ou reduzem os postos de acordo com as suas necessidades momentâneas e as rápidas transformações tecnológicas também exigem flexibilidade e agilidade na hora de instalar novos equipamentos.Assim, o mobiliário deve permitir a alteração de layout sem maiores transtornos e obras, enfatiza a arquiteta Lua Nitsche, que prefere as instalações aparentes, mesas e cadeiras padronizadas, facilitando futuras mudanças. Heloisa Dabus é adepta do open space, que, segundo ela, é mais barato e consente a expansão sem a necessidade de mexer na infra-estrutura. Segundo Heloisa, o piso elevado assim como as divisórias e biombos que embutem as instalações propiciam espaços mais versáteis.
Conforto ambiental e sustentabilidadeExcesso ou carência de luz, calor e ventilação, e a interferência de ruídos externos e internos podem causar desconforto e diminuir a produtividade do funcionário. "No entanto, a resposta a esses estímulos é única e, por isso, o conforto ambiental deve ser estudado de maneira abrangente", sugere a arquiteta Joana Gonçalves, professora de sustentabilidade e conforto ambiental da FAUUSP.As medidas para garantir o bem-estar variam de acordo com cada espaço.
Mas muitos problemas de interiores acontecem devido à má arquitetura, alerta Gilda Collet Bruna, arquiteta e coordenadora da pós-graduação de arquitetura e urbanismo do Mackenzie. "O uso abusivo do vidro, por exemplo, gera um clima interno inadequado, pois a radiação do sol converte-se em calor que depois deve ser retirado", alerta Gilda.O controle apropriado da incidência solar, da ventilação natural, da umidade e do resfriamento do ar traz benefícios sobre o rendimento do funcionário e gera ambientes eficientes, sustentáveis e econômicos. Já os ruídos do ambiente podem ser minimizados com a setorização das atividades, evitando possíveis conflitos, e com o confinamento de áreas que exigem sigilo e privacidade, além dos forros acústicos e as divisórias tratadas especialmente, relata o arquiteto João Gualberto Baring, professor doutor em acústica de edificações da FAUUSP.


Móveis funcionais e ergonômicos

O bem-estar do usuário está diretamente relacionado à adequação do mobiliário às suas necessidades de uso e características físicas. Para um sentar confortável, a cadeira deve propiciar boa sustentação lombar, assegurando aos pés apoio no piso e, às pernas, livre movimentação, evitando que sofram pressão nas coxas e nas panturrilhas. "O ideal é que a cadeira possa abaixar-se no mínimo até 32 cm", ensina o designer João Bezerra Menezes, professor de ergonomia e de design e arquitetura da FAUUSP.
De acordo com Menezes, a altura ideal do plano de trabalho é entre 65 cm e 75 cm. Se o layout do mobiliário não permitir o apoio dos membros superiores na superfície de trabalho, ele pode ser garantido com a sustentação dos braços da cadeira, que também devem possibilitar os ajustes de altura e largura.

(Publicado na Revista AU, da Editora PINI)

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

PASSARELA SIMONE DE BEAUVOIR

Vejam que estrutura interessante desta ponte construída em Paris no link abaixo.
http://www.constructalia.com/br_BR/gallery/galeria_detalle.jsp?idProyec=1364195

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

CAU pousa na Comissão de Justiça

Depois da batalha para a aprovação do parecer favorável à criação do CAU - Conselho de Arquitetuira e Urbanismo na Comissão de Trabalho da Câmara Federal, as entidades ligadas aos arquitetos (IABs, AsBEA, ABEA, FNA, ABAP) terão agora uma outra, ainda mais difícil. Trata-se, da CCJC - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Esta é a última comissão a dar parecer sobre qualquer projeto em tramitação. É uma análise sob a ótica da constitucionalidade, juridicidade, técnica legislativa e mérito.A CCJC costuma discutir menos as questões meritórias, mas aprofunda-se nas legais. Significa dizer que, se o CAU for aprovado nesta comissão, as chances de aprovação em plenário estão quase garantidas. O relator, já designado, é o deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (PFL-BA) que poderá recepcionar emendas dentro do prazo de cinco reuniões ordinárias a partir de 15 de dezembro.
publicada pela arcoweb.com.br em 15/12/2006

França homenageia Niemeyer

Os emblemáticos projetos de Oscar Niemeyer na França: Bolsa do Trabalho no subúrbio de Bobigny, as sedes do Partido Comunista em Paris e do jornal L´Humanité em Saint-Denis, deverão ser declarados como bens do patrimônio pelo Ministério da Cultura daquele país.Niemeyer também ganhará uma grande exposição em Paris com 27 quadros de Jacques Benoit onde as três obras citadas são exploradas pictoricamente pelo artista. A mostra, denominada "Três Vestígios de Oscar", é em comemoração ao centenário de Niemeyer a ser completado no dia 15 de dezembro de 2007.Até 6 de janeiro de 2007, na sede do PC francês, em Paris, com entrada franca.
E o Brasil, não vai homenagear "nosso grande arquiteto"

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Plaza Museum, OMA-NY

Cliquem no link abaixo e vejam a apresentação feita pelo escritório OMA, de NY, para o Plaza Museum.
A sugestão é do arquiteto José Luiz Navarro, de Ribeirão Preto.

sábado, 9 de dezembro de 2006

REGABOFE 2006:QUEM NÃO FOI, PERDEU!



Animação total no Regabofe 2006 do Núcleo de Arquitetos . Nem os vários "apagões" ocorridos durante a noite conseguiram diminuir o ânimo da galera, que estendeu a noitada até as duas da madrugada. Valeu a pena, he-he...Valeu a pena.... he-he!

(Clique nas fotos para ampliar e depois no botão Voltar; não feche a janela)

Ele, o único: César Tadeu Elias


Nádia Freire e o seu Marcelo

Ivan Vasconcellos e a sua Madalena.

Sérgio Loureiro e Cristina Grilo


Renato Piantino e Maísa Grilo



Denise Salgado e Nídia Faria




Cássio Mohalen, sua Débora e seu herdeiro em gestação.



Decano da mesa, Rubens Andrade e sua Leila

Portal da Transparência

Como a moda agora é transparência, estamos disponibilizando o relatório contábil referente ao ano base 2006:
Receitas:
1- Saldo depositado em conta-poupança: R$ 726,84
2-Arrecadação de cotas avulsas para a festa: R$ 30,00
Receita Total: R$756,84

Despesas:
1- Pagamento Regabofe Barolo: R$341,14

Saldo Atual: R$ 415,70

Por sugestão da arquiteta Nádia Freire, este saldo deverá ser empregado em publicidade para o Núcleo na Folha da Manhã. Se alguém tiver alguma outra sugestão, favor enviar.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

CAU é aprovado na comissão

A comissão de trabalho da Câmara Federal aprovou, por unanimidade, o parecer com emendas, da deputada Dra. Clair referente ao PL 4747/05 do senador José Sarney que cria o CAU - Conselho de Arquitetura e Urbanismo que virá a substituir atribuições do CREA.As duas emendas referem-se a supressão da expressão "...mesmo em causa própria..." do artigo 21 e a supressão do artigo 59 por revogar o artigo 47 do Decreto Lei 3648/1941- Lei de Contravenções Penais, Exercício Ilegal de Profissão.Após várias manobras protelatórias, adiamentos e cancelamentos, finalmente chegou-se ao final desta etapa. Agora, o PL segue para a Comissão de Constituição e Justiça para uma nova batalha. É de se esperar que ainda sofra vários percalços, pois nesta comissão vem barrando a criação de conselhos profissionais de outras categorias por entender que estes são incontitucionais por vício de iniciativa, ou seja, deveriam ter sido apresentados pelo poder executivo.
Cabe ressaltar que os presidentes de todas as entidades representativas dos arquitetos - Gilberto Belleza (IAB-DN), José Roberto Geraldini Junior (ABEA), Ronaldo Rezende (AsBEA), Ângelo Marcos Vieira de Arruda (FNA) e Eduardo Barra (ABAP) - estiveram presentes em todas as reuniões em Brasília. Essa união foi decisiva para mais este passo, pois tiveram a oportunidade expor, aos deputados, o ponto de vista da classe, apesar da posição contrária do CONFEA/CREA.
Veja a íntegra do projeto. Clique aqui.
publicada em 6/12/2006 pela Arcoweb

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Prêmio Asbea 2006


Projeto Orla Rio, do escritório Índio da Costa é um dos premiado pela Asbea em 2006, confira outros ganhadores no link abaixo:

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

VOCÊ VAI CAIR DAS PERNAS!

Confira no Blog do Váscoli, uma matéria de fazer arrepiar os cabelos do Espiridião Amin.
É um projeto de um deputado do PT, que simplesmente, mete a mão no seu bolso. Se você pensava que Collor é uma vez na vida e outra na morte, clique aqui e confira:
http://blogdovascoli.blogspot.com/2006/12/mos-ao-alto-companheiro_01.html

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Alvenaria racionalizada

Pesquisadores ensinam como fazer um bom projeto de alvenaria

A racionalização construtiva pode ser entendida como a aplicação mais eficiente dos recursos em todas as atividades desenvolvidas para a construção do edifício. Algumas das diretrizes de produção desenvolvidas inicialmente para a alvenaria estrutural são estendidas à alvenaria de vedação.



Quando se pretende implantar conceitos de racionalização da construção, deve-se iniciar pela estrutura da edificação. Em seguida, deve-se priorizar a alvenaria de vedação. Isso porque o subsistema de vedação vertical interfere com os demais subsistemas da edificação: revestimento, impermeabilização, esquadrias, instalações elétricas e de comunicação, instalações hidrossanitárias etc. Todos esses serviços somados representam uma parcela considerável do custo de uma obra.
Veja no site da Revista Techné, aberto a não assinantes até 17 de dezembro, uma matéria completa que mostra como fazer um bom projeto de alvenaria racionalizada:

terça-feira, 28 de novembro de 2006

E o CAU sai ou não sai??

Pra variar, nossa gloriosa Câmara Federal não vota o projeto do nosso conselho.
http://www.arcoweb.com.br/emdia.asp?atual=2176

Abraços

sábado, 25 de novembro de 2006

Um guia para escritórios de arquitetura

Publicado por GazetaWeb


A Microsoft Brasil acaba de lançar a quinta edição do Guia de Tecnologia "Tudo que você precisa saber para usar a informática no seu escritório de arquitetura".

Com 82 páginas, o livro fornece subsídios para que os arquitetos tenham condições de escolher as soluções de tecnologia mais adequadas às suas necessidades, aumentando a produtividade de seus negócios. Com o objetivo de apresentar as dicas com uma linguagem didática, o guia conta com cinco capítulos com temas como: A tecnologia a favor da criatividade; Hardware, incluindo infra-estrutura, serviços de terceirização, bureaus de impressão, mobilidade, além de um estudo de caso; Software, com informações sobre licenciamento, sistema operacional, aplicativos básicos e dicas de como solucionar problemas no Outlook, BC M e Project 2003; Internet; e A Casa do Futuro, com dados sobre segurança com estilo, decoração multiuso, interatividade, entre outros.

Iniciativa
O lançamento dos guias de tecnologia pela Microsoft é uma iniciativa que começou em 2003, a fim de oferecer aos pequenos empresários conhecimentos para tirar o máximo proveito da tecnologia em seus negócios. "Temos um compromisso de longo prazo com o desenvolvimento do país e acreditamos que o uso eficiente da tecnologia em segmentos-chave, como de arquitetura, urbanismo e interiores, é fundamental para ajudá-los crescer e a acompanhar as inovações tecnológicas", explica Cleber Voelzke, diretor-comercial para mercado de pequenas e médias empresas e grupo de parceiros da Microsoft Brasil.

A percepção da área de arquitetura é de que o uso da informática é ainda muito restrito. Uma das razões é a resistência de arquitetos com formação tradicional à adoção do computador. "O guia visa justamente atender esse público, demonstrando como, com o auxílio de um PC e de aplicações específicas, os arquitetos podem concretizar rapidamente projetos que antes lhes custavam horas de trabalho para administrar o seu escritório, bem como o relacionamento com os clientes", comenta Voelzke.

Para facilitar a compreensão de como a tecnologia pode agilizar os processos de criação, colaboração e atualização de projetos, o guia ainda inclui um glossário e a apresentação de estudos de casos de sucesso. "É uma forma simples de demonstrar ao leitor como outros escritórios de arquitetura, urbanismo e interiores melhoraram o desempenho de suas atividades com soluções de TI", finaliza o executivo.

Do lançamento do primeiro título até a quarta edição, cerca de 75 mil cópias foram distribuídas. Desde o terceiro volume, a Microsoft tem direcionado os guias para segmentos específicos deste mercado.

A nova edição do guia para escritórios de arquitetura já está disponível por R$ 9,90 em bancas e livrarias em mais de 30 cidades brasileiras. Mais informações pelo telefone (11) 3049-2014 - IDG Brasil.


Sketches of Frank Gehry

Leia o depoimento de Sidney Pollack sobre este encontro mágico do cineasta com o arquiteto.
Publicado por Carta Maior - ANSA


CANNES - O nome de Frank Gehry é mundialmente conhecido entre os apaixonados por arte contemporânea e formas geniais da criação arquitetônica. Do museu Guggenheim de Bilbao à sala de concerto Walt Disney de Los Angeles, da residência Norton de Venice à casa Gehry de Santa Monica, o seu gênio compete com o de Franklin Lloyd Whright.

O que torna o documentário ''Sketches of Frank Gehry'' assinado por Sydney Pollack um objeto de culto, a ponto de ter sido escolhido também pelo Festival de Cannes (depois de Toronto e Tribeca), é o encontro excepcional de duas personalidades tão distintas quanto capazes de se entenderem logo no primeiro olhar.''Nunca senti aptidão pelo filme-documentário, exceto algumas vezes como espectador", comenta divertido Sydney Pollack. "Além disso nunca pensei que a minha amizade pessoal com Frank poderia se traduzir em um filme". "Conheci-o há muitos anos, em uma festa oferecida pelo psicanalista de minha esposa, do qual ele também era paciente. Além disso, minha mulher já tinha trabalhado no seu escritório, apesar de nunca ter praticado de fato a profissão, a não ser para construir uma única casa para um outro amigo, Robert Redford".

"Quando em 1997 visitei pela primeira vez o museu de Bilbao fiquei fortemente impressionado, mas disse para mim mesmo que aquele gênio criativo em nada se parecia com o senhor esquivo que ocasionalmente encontrava em jantares e que me honrava com a sua amizade. O fato é que, uma certa noite, Frank confidenciou-me que já não agüentava receber tantas propostas para um filme sobre ele.

Quase por brincadeira imaginamos que eu poderia resolver o problema posto que não entendia nada de arquitetura e, portanto, tinha um olhar isento de todo preconceito, inclusive os positivos"."Falamos disso, mas nenhum dos dois levou o assunto muito a sério, apesar da idéia começar a criar formas na minha cabeça. O empurrão definitivo foi dado por um grande pintor japonês, Hiro Yamagata, sob a forma de um cheque para executar o projeto"."Pensei que valeria a pena fazer diversas entrevistas, visitar lugares, registrar reflexões para ver o que sairia disso tudo. Cheguei até a viajar pela Europa com uma equipe para coletar material, mas foi a insistência da televisão pública norte-americana PBS que me obrigou a comparecer à casa Gehry com a filmadora em punho (era impossível submetê-lo às técnicas normais de filmagem) e completar o trabalho com as conversas as mais extemporâneas"."Para ter outras opções de campo à disposição, também confiei filmadoras aos meus colaboradores e é por isso que, traiçoeiramente, apareço na última filmagem".

"O trabalho todo exigiu cinco anos justamente porque nenhum dos dois estava convencido do resultado"."No ano passado, quando conclui o meu último filme, dediquei-me seriamente ao projeto, superei toda desconfiança, aprendi mil coisas sobre técnicas de documentário e aqui está o resultado.

Ainda hoje me apavora a idéia de apresentá-lo na grande tela para um público igualmente grande e exigente".À pergunta sobre qual é a relação entre o trabalho de um cineasta e o de um arquiteto, Pollack responde: "De um lado a técnica, posto que ambos sabem o quanto é importante o uso da luz. De outro o método de trabalho, já que nenhum dos dois pode construir o próprio 'palacete' sem contar com a colaboração de muita gente mais talentosa do que nós em setores específicos.

Para chegar à solução final do fio condutor da narrativa, inspirei-me na mania de Frank de fazer constantes esboços das próprias idéias. O nascimento no papel de construções geniais, aparentemente impossíveis, me fez sentir parte integrante da criação artística". (ANSA)

Fotos noturnas do Terminal Urbano







Mais algumas fotos do Terminal Urbano "Zé da Beca", em Passos. Projeto do Núcleo de Arquitetos.


quinta-feira, 23 de novembro de 2006

Santa Casa inaugura Ala A


A Santa Casa de Misericórdia de Passos está inaugurando hoje, dia 23/11, a primeira ala da Unidade Materno-Infantil. O prédio, projeto do arquiteto Ivan Vasconcellos, conta com 6 pavimentos e área total de 7.200 m². A ala inaugurada se encontra no nível do piso do hospital e abrigará a recepção da nova unidade, além de quartos para 25 novos leitos. A solenidade acontecerá às 10:30 h.